segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O que poderia ser...
Eu, você... a impossíbilidade ou não querer?
Gostaria de saber quem inventou essas coisas de relações casuais.
Ou gostaria de saber quando eu inventei adotar esse tipo de situação para mim.
Quando foi que eu resolvi ter coisas impossíveis?
Uma pessoa na cama, ofegante, para sorrir, sem roupa...
Quando o que quero são cobertores, beijos, calma e colo.
Aceitar alguém pela metade, quando se quer por inteiro.
Gostaria de me lembrar quando comecei...
Quando é que eu achava que te ter assim seria melhor para mim, aceitar... Logo eu, aceitar...
E aqui fico eu, minhas responsabilidades, pendencias e você do jeito que eu não quis.
E aqui fico eu, minhas responsabilidades, pendencias e as lembranças de você, de um jeito que eu não quero.
Eu nem sei se você é o que eu quero... Mas como pode não ser?
É qualquer lugar, qualquer dia, qualquer hora. É o que eu quero.
Eu não sei o que você quer. Eu sei o que você mostra...E se assim é, não pode ser você...
Não é possível que você me queira igual.
Mas esse tipo de relação, não aceita esse tipo de questão.
Uma pessoa na cama, ofegante, para sorrir, sem roupa... e tchau, não tem tempo para me amar.
Parte de mim acha que se você realmente estivesse disposto, TUDO estaria resolvido...
Sem problemas, dores... Minhas pendencias estariam concluidas. Pronta para você... Sorriso e peito aberto, sem problemas.
Mas quem garente que o que tivemos não era o que realmente interessava?
Aliás, o que te interessava?
Aqui fico eu, com as lembranças, a saudade e as questões não resolvidas.
Aqui fico eu, me perguntando se eu que quis demais ou se o covarde foi você.
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